No ultimo artigo, descrevemos a introdução aos Yamas e suas 5 jóias e agora começamos o nosso estudo das últimas cinco jóias ou Niyamas, movendo para um reino mais sutil e em um lugar de descanso interior, um lugar que se torna como o Sabbath para nós.

Pureza, a sexta jóia, é um convite para limpar nossos corpos, atitudes e ações. Ela nos pede para limpar os nossos atos para que possamos estar mais disponível para as qualidades na vida que nós está procurando. Este preceito também nos convida a purificar como nos relacionamos com o que é mais importante no momento. É a qualidade de estar alinhado no nosso relacionamento com os outros, com as tarefas em mãos, e com nós mesmos.

Contentamento, a sétima joia, não pode ser procurada. Todas as coisas que podemos fazer para trazer satisfação para nós mesmos na verdade, interferir com a nossa própria satisfação e bem-estar. Contentamento só pode ser encontrado em aceitação e apreciação do que é no momento. Quanto mais aprendemos a deixar “o que é” sozinho, mais contentamento vai calmamente e constantemente nos encontrar.

Auto-disciplina, a oitava joia, significa literalmente “Calor” e também pode ser traduzida como austeridades. É qualquer coisa que nos impede de mudar. Mudança nos faz pesos pesados ​​espirituais no jogo da vida; que é uma preparação para nossa própria grandeza. Todos nós sabemos como é fácil ser uma pessoa de caráter elevado quando as coisas estão indo bem, mas o que dizer quando as vezes a vida nos sorteia uma carta ruim? Quem é você naqueles momentos? Esta diretriz é um convite a buscar propositadamente o refinamento da sua própria força de caráter e pergunta: “Pode você confiar no calor? Você pode confiar no caminho da mudança em si? “

Auto-estudo, a nono joia, é uma busca de conhecer nós mesmos, estudando o que nos impulsiona e molda, são a causa da vida que estamos vivendo. Auto-estudo nos pede para olhar para as histórias que contamos a nós mesmos sobre nós mesmos e perceber que essas histórias criam a realidade de nossas vidas. Em última análise, esse princípio nos convida para liberarmos da falsa e limitada auto-percepção que nosso ego impõe sobre nós e conhecer a verdade do nosso Eu Superior.

Rendição, a décima joia, nos faz lembrar que a vida sabe o que é melhor do que nós. Através da devoção, confiança e engajamento ativo, podemos receber cada momento com o coração aberto. Em vez de remar rio acima, a rendição é uma convite para ir com a corrente subjacente, apreciando o passeio e a vista.

Nesta série de artigos, cada Yama e Niyama serão descritos com riqueza de detalhes e a orientação será tecida com exemplos práticos e histórias.

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