Se não encontramos o nosso amor interior, fica fácil olhar para fora e começar a se concentrar nos outros e escondendo o nosso próprio sentimento de fracasso e medo sob nossas preocupações. É quase como ter um segredo dizendo: “Minha vida está uma bagunça e vou me sentir melhor se eu consertar a vida de outra pessoa.” Sendo desonestos com nós mesmos, podemos até colocar a cabeça no travesseiro com um sentimento de orgulho das coisas incríveis que fizemos para os outros e  até sentir santificados sobre as nossas façanhas em sacrifício mas na realidade escondemos a nossa própria falência, dizendo aos outros como viverem suas vidas.

Quando não olhamos profundamente dentro das nossas próprias vidas, facilmente violamos o limite dos outros de muitas maneiras pensando que estamos ajudando.

Pensar que sabemos o que é melhor para os outros torna-se uma forma sutil de violência. Quando nos responsabilizamos em “ajudar” o outro acabamos tirando o senso de autonomia das pessoas que queremos o bem. O verdadeiro papel que devemos ter com relação as pessoas é confiar na capacidade delas em encontrar as respostas que estão procurando e jamais sentir pena.  Não Violar o espaço dos outros exige confiança na jornada de cada um e que enxerguemos o melhor das pessoas e não como gostaríamos que elas fossem.

Uma exacerbada violência ao gerenciar a nós mesmos, as nossas experiência, os outros, um verdadeiro caos mental.  Faça-se livre Livre-se e deixe as pessoas livres das nossas necessidades, livre para serem elas mesmas e livre para nos ver como eles querem.

 

 

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