A maioria das pessoas pensa em seus músculos como sendo “longos” ou “curtos”, e que durante o alongamento em uma postura de yoga , elas estão alcançando seus músculos “curtos” ao “alongar” fisicamente.

Neste paradigma do alongamento, nossos músculos são tecidos moldáveis ​​como o “caramelo”ou maça de moldar que podemos dar a forma de nossa escolha, simplesmente puxando ou empurrando-os.

Por exemplo, quando nos flexionamos para a frente em paschimottanasana (postura da pinça sentada), tendemos a imaginar que nossos isquiotibiais estão fisicamente crescendo mais naquele momento de nosso alongamento da mesma maneira que uma maça de moldar cresceria se nós puxássemos em ambas as extremidades por um tempo.

Nós imaginamos que quando nós liberamos o paschimottanasana, nossos isquiotibiais permanecem um pouco mais longos do que eram antes que nós fizemos o alongamento . E também imaginamos que quanto mais tempo e mais profundamente tenhamos em uma postura como paschimottanasana, mais longos e soltos nossos isquiotibiais se tornam.

Este paradigma do alongamento é o que a maioria de nós foi ensinado em nossas aulas de Yoga, oficinas e treinamentos de professores. É completamente compreensível que enxergamos o corpo como trabalhando dessa forma , mas estudos sobre biomecânica do alongamento apontam em outra direção.

No próximo artigo, iremos mergulhar sobre a nova ciência por tás do que acontece quando alongamos.

 

Comments