Falos sobre não roubar dos outros, da terra e do futuro e agora falaremos sobre nós roubar de nossa própria vida. Quando criamos uma imagem para o exterior de quem queremos parecer, roubamos a nossa própria singularidade. Todas as demandas e expectativas fez criamos sobre a vida rouba nosso entusiasmo. Todas as sabotagens, falta de crença , baixa auto-estima, julgamentos, críticas e exigências de perfeição são formas de abuso em que destruirmos a própria essência da nossa vitalidade.

Quando de qualquer forma vivemos no passado ou no futuro roubamos de nossas vidas assim como quando criamos barreiras, sejam reais ou imaginarias, em torno de nossos bens materiais ou em torno de nossos idealismos mentais, essas barreiras roubam da plena expansão de nossas próprias vidas.

Somos reféns de uma cultura onde a nossa própria identidade está ligada com as nossas realizações para todos verem. Nessa corrida para chegar à próxima realização , não deixamos nenhum tempo para digerimos e assimilarmos a vida; este pode ser o maior roubo de todos. Precisamos de tempo para conversar com nós mesmos. Precisamos de tempo para mastigar e ponderar e permitir que as experiências da vida se integrem dentro de nós. Precisamos de tempo para descansar e refletir e contemplar.

Precisamos ser capazes de olha para trás e sentimos nossas experiencias de vida , como é estranho pessoas com agendas super lotadas não podem descrever momentos de verdadeira experiencia com a vida, com o sistema sobrecarregado de tudo e girando numa velocidade que não se permitem a reflexão.

Ler Mais Sobre Yamas e Niyamas

Comments