igortextoTodas manifestações em sua vida tem um gostinho de já ‘vivenciado’, trazemos heranças genéticas com verdades não absolutas e sim universais, dentro do universo que pensamos e no momento estamos. Sabemos o que faz bem para nosso corpo no mais íntimo ‘eu’ e por muitas vezes escolhemos o inverso disso; onde pessoas pensam em coincidência eu vejo circunstancias/consequências; tais por certas vezes nos submetem a confusões internas que o externo não pode tocar, não por escolher e sim por não entender a escolha.

Mas antes de falar sobre o poder das escolhas compreendidas e não compreendidas, vou falar de nossos “veículos”. O “veículo” corpo esse que nos leva ao presente criado por segmentações de vibrações passadas, tem como combustível o corpo vital, sua estrela, sua luz que por sua vez está ligado no corpo mental o que recebe e manda suas vibrações, o que limita e pode ser ilimitado; mas o que é limitado e ilimitado? Repare nesse momento em que você lê este texto, o que existe? O que é real nesse exato momento? Nesse momento seu valor está dedicado no mundo ‘virtual’ e ele está em forma real, os objetos por seu quarto, sala, cozinha não existem; minhas palavras nesse exato momento em que lê é mais real que seu pé tocando o chão – Existe logo quando penso -, sinais elétricos interpretados por seu cérebro diante de suas percepções e isso eu chamo de limitado, a grande paisagem que nós mesmos criamos.
Ilimitado ou “desperto” é quando o corpo mental compreende o veículo “alma”, essa que pertence ao todo, quinta dimensão! Nesse momento acontece o choque seguido de um estrondo para o ‘ser’, como quando um avião ultrapassa a barreira do som. Quem nesse parâmetro se encontra torna-se ilimitado, pois o tempo e concepções de valores se tornam inexistentes, tudo nesse momento é “luz” ou energia, tudo pertence ao todo, interligados de forma esplêndida; cada grão de areia, cada célula em seu corpo, cada semente ou árvore, planetas e estrelas, tem o valor igual, livre de qualquer valor ou concepção individual.

Nesse momento você que não entende sobre o assunto deve estar confuso e você que entende deve estar falando: “Faltou coisa”, entenda a forma resumida que coloco aqui, às vezes criar o simples é o mais difícil.

Escolhas, mas o que são escolhas? Interesses criados por sinais elétricos interpretados por nosso cérebro? Uma balança de onde perde-se menos é o caminho? Um jogo de ganhar e perder? Para mim nada perto disso; sabemos que vivemos o agora, com o passado e futuro sendo não reais. Quando toma-se uma escolha é impossível saber qual a realidade da mesma, a escolha sempre está adiante do seu agora e por isso também como o passado e futuro, ela não existe.
Quando você cria essa falsa realidade de escolher, perde-se ou deixa-se para trás o que sempre irá e faz parte de sua vida, este vinculo pode ser ignorado, mas nunca excluído; você não escolhe e sim a escolha é você.

Agora você pode estar pensando que sou louco, que não faz sentido, que é óbvio que escolhas existem.

Se você pode escolher e escolheu, cada segundo que passa-se se torna passado e temos um novo presente, sendo assim teríamos que escolher até o fim de nossas vidas uma escolha feita e isso não tem sentido algum, é completamente inexistente; na mesma medida, porém não igual, posso citar quem busca a felicidade, débil perseguição humana, sintases temporárias de um tempo relativo e inventado por ser único.

As confusões internas que o ‘ser’ passa e interpreta como escolhas ou escolher, são sintases de um conjunto não relativo e sim de relatividades; confusões geradas por não entender a “escolha” e pensar em escolher.
Rasgando caminhos com base em perda e ganho, mas que nada mais são que troca de valores, seguidos de dores e sensação de abandonar o que nunca existiu, mas que dado valor sempre estará ali.

Se você leu até aqui peço que compreenda: Esse texto não tem base em religiões, teorias, ou comprovações cientificas; nada mais é que o meu ‘eu’ escrevendo para vocês, diante de minhas percepções não individuais; fora dos elétricos pulsos de saborear, sentir, ouvir.

Obrigado por sua leitura, até uma próxima e isso não depende de escolha, pois você já sabe se haverá próximo, agora procure entender.

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