1. Não violência (ahiṁsā)

Em sânscrito, o prefixo “a” significa “não”, enquanto “himsa” significa “causar dano, injuriar, matar ou perpetrar violência em qualquer de suas formas.” Ahiṁsā, portanto, o primeiro e o mais importante dentre os yamas, é a prática de não causar dano ou cometer violência.

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Yoga asana é uma meditação em movimento, controlando a respiração e a partir dela entrando e saindo dos asanas, seus benefícios são inúmeros no campo mental e físico. De primeira pratica, sente-se o poder mistico dessa ciência, métodos ou o nome que seja.

Desta mesma forma, existem outras disciplinas que tem o mesma capacidade, uma verdade que muitas vezes é descartada por Yoguis por opção de ter apenas um método para alcançar o bem estar físico e mental.

Nesse mesmo momento, uma modalidade vem surgindo na vanguarda da conexão entre todas as disciplinas, coisa que o Yoga não pode deixar passar, é o momento de absorver novas ideias muito boas de movimento coordenado mas em um ambiente de improvisação, coisa que no Yoga deixa a desejar, esse movimento ajudando a expressar de uma forma natural o movimento.

As palavras chaves desse movimento é agrupamento, integração e improvisação. Em breves palavras descrevo os dois primeiro elementos; Agrupamento dos asanas por especialidade, integração com o sequenciamento de grupos de asanas de diferente para alcançar um beneficio mais global, estes dois, muito conhecidos e desenvolvidos no Yoga.

Elemento Natural, a Improvisação dos Asanas

Se buscar em qualquer lugar, achamos inúmeros benefícios que o Yoga traz para o praticante mas e os efeitos do Yoga presente momento, na energização do corpo por meio da criatividade e espontaneidade de carregar uma pratica em todos os momentos do dia e se sentir prontos física e mentalmente ?

Improvisar é poder mergulhar naquela lista de benefícios de cada postura em ambiente não programado. é voar com nosso guerreiro pelos céus de um belo dia de movimento e derrubar as fronteiras do tapete de yoga e da escola. É ato de independência

 

No artigo anterior a respeito do assunto da Dor,  conclui que quem cria a dor é o Cérebro não o tecido danificado mas qual é o critério para a criação da Dor utilizado pelo cérebro?

Antes era fato que a dor era causada por lesão no tecido,  problemas estruturais mas que hoje se mostra que o cérebro não se limita apenas nesse critério expandindo sua entrada de estímulos à memórias passadas, estado emocional,  expectativas,  

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A industria do bem estar com seus padrões de beleza em ter abdomens definidos e fortes plantando medo a respeito da mobilidade da nossa coluna que leva a dores crônicas.

Nossa coluna é desenhada para o movimento e não para ficar solida como um pilar como construídos com os exercícios ou asanas de fortalecimento e sem movimento.

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A relação das pessoas com a dor é muito intimidante, o que precisa ser dito que não existem sempre relação entre dor e tecido danificando. Até pouco tempo, o pensamento era se a dor existe algum dano existe no tecido,  mas não é bem assim e alguns conceitos podem trazer uma nova perspectiva para refletimos e entendermos o que realmente está acontecendo.

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Você vai se surpreender com a quantidade de evidências já provadas que ficar sentado faz ao nosso corpo e não apenas para as lombares. Estudos têm mostrado repetidamente que sentar por longos períodos do dia (como quase todos fazem) tem efeitos desastrosos nossa saúde celular e metabólica. Aqui está uma lista rápida de como os pesquisadores têm mostrado sentar afeta o corpo:

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Meditar é algo que muitos tem na lista de desejos mas na pratica é bem difícil começar, talvez por não saberem por onde começar. Meditar não é um exercício como asanas, que entrar em uma aula já te da um pinta-pé inicial,  mas sim um sentimento de calma que nós trás para o presente momento. Mas o que isso significa na pratica?

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Nos primeiros artigos, falos sobre os motivos para praticas a postura da parada de mão e os aspecto neuromusculares e agora iremos construir as bases para você alcançar seu objetivo. Lembre-se que você vai precisar de dedicação.

Executar essa postura é um processo geralmente lento, muitas vezes faltam para iniciantes uma peça fundamental de informação que, uma vez posta em prática, permite que saltar à frente na sua capacidade de equilíbrio . A você praticante pode estar faltando aquele momento que a lâmpada acende e você se equilibra na parada de mão de uma vez, depois de apenas uma única dica ou lição.

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Yoga, uma prática milenar, tem grandes benefícios para os ciclistas . Na sua essência, o Yoga é um exercício para o corpo e mente que leva a uma maior resistência aeróbica, flexibilidade e concentração. Se você usa a bicicleta como meio de transporte ou como esporte incorporar o Yoga para ganhar uma vantagem no seu condicionamento físico e mental.

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Construir a força e mobilidade é fácil, mas é o aspecto do equilíbrio que pode tirar você do caminho de completar a postura da parada de mão.

Prática parada de mão é treinamento altamente específico: Equilibrar nessa postura exige um elevado grau de autoconsciência. Exige propriocepção completa e a capacidade de manter o corpo inteiro ativado em todas as áreas na quantidade e medida certa.

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Parada de Mão é uma postura extremamente subestimada, por uma razão principal: a maioria das pessoas acham que simplesmente não pode fazer mas só porque você não fez ginástica quando era mais jovem ou não é um praticante de yoga avançado não significa que você não pode começar a fazer essa postura a partir de hoje.

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Chaturanga Dandasana (Postura do Bastão) é uma espécie em extinção, cada vez mais esquecida na transição apressada da postura da prancha (Phalakasana) para cão olhando para cima (Urdhva Mukha Svanasana), a transição mais comum nas praticas de asanas. Os efeitos não são apenas a perda da conexão com asana, mas também os efeitos sobre os ombros, pescoço e lombar .

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Nas aulas de yoga contemporâneas, frequentemente os professores falam sobre os Yoga Sūtras de Patañjali, um texto filosófico compilado cerca de 2 mil anos atrás, como o manancial da prática. Isto requer um salto de imaginação, porque os yoga sūtras falam quase nada sobre as posturas; sua prioridade máxima é o trabalho da mente.

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Quando nascemos, nossos pais nos ensinam muitas coisas para podermos viver no mundo exterior, o mundo da sociedade e de como interagir com outros seres humanos. Mas quando comecei a praticar Yoga, no primeiro momento eu praticava como uma forma de exercício para me manter em forma, até que em algum momento um sentimento de conexão interior foi ficando cada vez mais evidente.

Essa conexão fez que eu quisesse ser uma pessoa boa e espalhar amor para todas as pessoas, não apenas as mais próximas. Acredito que no fundo todas as pessoas querem passar amor e o bem para as outras mas com o suporte do Yoga, a motivação e energia é elevada a outro nível em busca de um objetivo muito mais que físico, removendo as dificuldade ou melhor, usando os desafios como combustível.

Com o passar do tempo, sentar ao chão sobre meu tapete, trouxe um sentimento de estar em casa  em  um lugar aonde eu posso ser autentico e conectado a fundo com meu eu interior ,dissolvendo todos os pensamentos indesejáveis que sempre rondaram minha mente. 4 Anos depois que entrei nesse caminho esse sentimento de estar em casa aumenta a cada dia e  me faz continuar e voltar todas as manhas para minha pratica.

Ashtanga Yoga é o método que pratico e encaixa com a filosofia de Yoga como um processo. Aonde muitos asanas são apresentado e com tempo o corpo vai se adaptando e abrindo e fluindo a energia, clareando pensamento e dando relâmpagos de visões que estendem minha capacidade de compressão do mundo como um todo em uma evolução constante.

Por mais que a pratica de Yoga pareça algo externo e físico, asana, respiração, bandhas e distri canalizam toda nossa energia que somente podemos compreender todos os elementos que interagem se pensarmos em um processo com inúmeras engrenagens.

Por Felipe Vieira

E aquela hora da aula de Yoga que o professor indica que a próxima postura é a da prancha lateral (Vasisthasana) ou das posturas de retroflexão, quando dobramos para trás. Eu particularmente não gosto muito dessas posturas mas como o tempo trás  experiência e trouxe ao meu conhecer que são essas que irão fazer a diferença na minha evolução, comecei a praticar mais e aqui está, um pequeno flow (sequência) que você pode adicionar a sua pratica.

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Sabemos como respirar. É algo que nos acontece automaticamente, espontaneamente, naturalmente. Respirando, mesmo quando não estamos conscientes disso. Assim, parece besteira pensar que uma pessoa pode ser ensinada de como respirar. No entanto, a respiração se torna alterada e limitada de várias maneiras, não apenas momentaneamente, mas habitualmente. Desenvolvemos hábitos pouco saudáveis, sem ter consciência disso. Nós tendemos a ficar em posturas que diminuem nossas capacidades pulmonares e encurtando a respiração . Nós também vivemos em condições sociais que não são boas para a saúde do nosso sistema respiratório.

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Quando a maioria das pessoas pensa de flexibilidade, imaginam alguém como um dançarino, um atleta ou um iogue – alguém que pode facilmente mover seu corpo em profundidade-procurando grupo complexo de asanas como a postura do macaco  (hanumanasana) ou do pombo rei (ekapadarajakapotasana). Mas a maioria das pessoas estão operando sob uma definição incompleta do que significa ser flexível.

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Sentados em uma cadeira no escritório ou em casa por longos períodos pode definitivamente causar dor lombar ou agravar um problema existente nas costas. A principal razão por trás disso é que sentados, em uma cadeira em geral, permanecemos em uma postura estática que aumenta o estresse nas costas, ombros, braços e pernas, e em particular, pode aumentar a quantidade de pressão nos músculos das costas e discos da coluna vertebral.

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Dicas fáceis para uma dieta iogue

Muitos falam que “Você é o que você come” e  é exatamente por isso que devemos estar cientes daquilo que consumimos e o que acontece em nosso organismo. Para a maior parte daqueles que tenham incorporado no seu hábito diário praticar Yoga durante algum tempo geralmente também desenvolveram um hábito comer saudável.

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Tensão física é a manifestação de traumas emocionais.

Quantas pecas de roupa no seu guarda-roupa você nunca veste? Existe uma papelada inútil adocicado sua mesa? Você tem amigos na  mídia social que já não lhe trazer alegria?

Os seres humanos têm uma tendência de cercarem em torno de nós mesmos com uma infinidade de coisas. Pense na quantidade de coisas que você carrega em sua bolsa cada vez que você sai de casa.

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Uma amiga me contou uma história de quando terminou um casamento de oito anos. Ao mesmo tempo, ela mudou de carreira e se mudou para uma nova cidade; foi uma mudança difícil para ela. Ela escreve: “Eu não comecei com a clareza com que terminei. Comecei não sendo capaz de respirar ou comer. Atacada pelo medo, ansiedade e com uma sensação de congelamento, eu precisava encontrar algo para me ajudar a seguir em frente através da intensidade da minha vida. Meu ex-marido teve uma mudança semelhante. Ele também havia terminado um casamento, começou uma nova carreira, e se mudou para uma nova cidade. Ele também precisava encontrar algo para seguir em frente com a intensidade dessa mudança. Eu encontrei o Yoga e criei uma prática profunda de duas vezes por dia. Ele escolheu beber, fumar e ter um comportamento promíscuo. No final de tudo, naquele ano de transição, nossos resultados foram muito diferentes. Eu tinha essa força silenciosa que parecia que estava emanando do meu núcleo, enquanto ele foi fragmentado, exaurido e estava numa espiral fora de controle”.

A história acima é sobre as escolhas que fazemos, dentro e fora das crises. Se nós, como minha amiga, podemos optar por reforçar nossa profundidade interior em vez de correr, nos encontraremos em uma terra de novas possibilidades. Parece-se muito com os anos de adolescência turbulenta, onde a vida tem o trabalho incrível de nos mover da infância para a idade adulta. A promessa de uma crise é que ela vai nos pegar e nos depositar do outro lado de algo. Será que nós confiaremos nesse processo ou vamos nos esconder dele?

Cada momento é uma oportunidade de fazer uma escolha clara de ação correta. Muitas vezes, as escolhas que nos preparam para o fogo são opções que pesam contra a satisfação imediata e o prazer. Quando ouvimos a nossa voz interior e nos rendemos a estar presente para o desconhecido, o desagradável, e muitas vezes para o sofrimento e para a dor, nós estamos nos preparando para nos beneficiar e sermos abençoados por Tapas.

A disciplina de Tapas irá nos moldar em alguém de grande profundidade, se permitirmos. Podemos suportar o calor de sermos destruídos e mudados para sempre pelo fogo? Podemos nos preparar diariamente através da prática, do nosso poder de permanência, e das nossas escolhas? Podemos permanecer no fogo com integridade? Podemos aguentar para ter a bênção?

Quem já pensou que um pássaro não saberia automaticamente como voar mas isso é a realidade, no processo de aprendiza eles erram e muito. Os pais estrategicamente voam(mas não para muito longe) e deixam os mais jovens aparentemente sem supervisão para tentarem descobrir sozinhos como voar. Os corajosos começam a experimentar as suas asas e a pairar ligeiramente acima do ninho.

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Muitos já tiveram a experiencia de viajar da cidade para o interior e observar queimada controladas em fazendas. Muitos não sabem das preparações necessárias como a verificação da velocidade e direção do vento e a previsão do tempo para evitar surpresas indesejáveis ou imprevistas. Para nós nada disso faz sentido , especialmente quando olhamos os efeitos após a queimada; tudo fica carbonizado e destruído.

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Yogiraj Achala fez uma declaração que vale a pena o esforço de fazer uma tarefa certa da primeira vez, porque a limpeza leva muito tempo. Pense nisso por um momento. Quanto tempo você passa tentando encontrar o momento certo para pedir 

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Os yoguis têm muitas práticas para purificar seus corpos. Alguns podem nos fazer reagir com um atitude de “nunca conseguiria fazer isso”. (Como passar cordas através das fossas nasais e da boca para fora ou passar metros e metros de fita de 

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Tente lembrar quando seus filhos ou você era pequeno e sua mãe ia buscar você na escola. Não importava o quanto você estava se divertindo com guloseimas deliciosas para comer, brinquedos novos ou novos amigos para brincar. No minuto em que sua mãe entrava na sala , o seu filho largava tudo e corria o mais rápido que podia em seus braços. Nada era mais importante para eles do que você era. À medida que cresceram, os brinquedos se tornaram mais e mais interessante para eles, até que você aparecia e eles totalmente ignoravam.

Muito parecido com crianças pequenas, nós vivemos em um mundo com uma abundância de guloseimas e brinquedos e amigos. Eles estão lá para nós desfrutarmos, mas nunca no lugar de quem deu esses presentes. Desapegou ou Aparigraha nos convida a desfrutar a vida ao máximo e mas sempre sendo capazes de largar tudo e correr para os braços do Divino. Se preferir jogar com os nossos brinquedos, perdemos a lição.

Desapego , também pode ser interpretado como o oposto da cobiça, ganancia e ambição; podemos simplesmente pensar nisso como sendo capazes de “deixar para trás.” Os sadhus da Índia reconhecem como sendo fácil se apegar às coisas deste mundo. Os Sadhus fazem votos para renunciar a todos os prazeres mundanos em favor do Divino. Eles passam a maior parte do seu tempo nas florestas, longe de quaisquer tentações que podem se tornar mais interessante para eles do que sua companhia com a Divindade. Embora este seja um exemplo extremo, que mostra uma maneira de ficarmos livres da prisão da possessividade.

Para aqueles que optam por ficarem imersos no mundo, amar e viver plenamente sem se apegar não é uma coisa fácil. Quando experimentamos o preenchimento do ser amado, a satisfação de uma boa refeição, o reconhecimento de um trabalho bem feito, podemos facilmente querer agarrar a esses momentos e nunca deixá-los ir. É fácil querer a mesma satisfação e começar a exigir o mesmo cumprimento dessas coisas novamente e novamente. Mas é a natureza das coisas mudar e ao falhar em não deixá-las mudar ou seguir em frente, elas começam a nós decepcionar e nossas tentativas de segurar começam a nos fazer envelhecer .

O que tentamos possuir, nós possui.

Como nós mover com na vida com amor e profundidade, sem ficar apegado? Olhando para a inspiração e expiração, vivendo como um trapezista de circo e sua capacidade de deixar de ir ao invés de se apegar. A diretriz de Aparigraha nos convida a deixar ir e para embalar levemente na nossa viagem através da vida, ao mesmo tempo cuidando profundamente e desfrutando plenamente.

Ler Mais Sobre Yamas e Niyamas

No terceiro artigo. iremos disponibilizar a sequencia com foco na abertura dos quadris.O Objetivo desta sequência assim como da publicada alguns meses atrás é abrir a região da cintura para aumentar a mobilidade da região da lombar. Muitas pessoas ignoram a possibilidade de diminuir as dores melhorando a mobilidade nessa região.

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Sobre Inkyoga:

Inkyoga é um pequeno projeto dentro do site do Boa Yoga com a ideia de compartilhar dicas práticas sobre Yoga, postura e movimento. Curta no facebook.

No tempo que se gera a vida e com o tempo que nós vai a vida. Engraçado que quando pequeno sonhava e apresava o tempo para ser adulto. Tempo que carrega tantos momentos de prazer, diversão, amor e paz que me faz querer que ele se congele por que na pressa de virar adulto fez que esses momentos ficassem mais raros.

Essa era uma realidade que vivia a alguns anos atrás, sempre correndo atrás do que não tinha e esquecendo de viver momentos puros, do tipo que vira aquela memoria gostosa que quando vem aquela tristeza, esse momento te coloca de novo em paz.

Mas a vida da tantas voltas quanto pessoas falam esse jargão e numa bela sexta feira, tomei aquela pitada de coragem para mudar algo e foi quando entrei na minha primeira pratica de Yoga. Regatando aquele momento bom, lembro que foi bem intensa.

A memoria do marco é muito boa, para contar nos meus dedos o anos que pratico mas é só isso. O que vale mesmo é a evolução que aconteceu depois daquela sexta feira. Aprendi e venho aprendendo tanto na companhia do Yoga. Algumas pequenas coisas:

Tem dia bom e dia ruim então resolvi fazer de todos os dias neutros em referencia a não dualidade.

A pureza do corpo não é mero adjetivo pessoal, ela é substancial e tem efeitos imediatos.

Quando as coisas não estão dando certa, pare, olhe de longe, divida em etapas, que tudo vai ser prazeroso.

Dor é um importante alarme do corpo mas é importante encontrar a raiz dela e não os sintomas

Sem contar na concentração que venho desenvolvendo, não acreditava muito em meditação em movimento mas de alguns tempos para cá, durante minha práticas parece que o tempo para e só existe respiração, esses pequenos intervalos de tempo são ainda um mistério para mim mas desde então o meu processo criativo tem aumentado bastante e uma onda de energia positiva e disposição esta presente todos os dia. Não importa se está sol ou chuva e o mais belo é que a conexão com as outras pessoas está melhor e mais autentica.

A origem das posturas do guerreiro (Virabhadrasana I, II e III) vem  de uma antiga história de Shiva. Essas posturas ilustram um incidente ocorrido em um momento atemporal que envolve amor, apego, orgulho, vergonha, vingança, violência, tristeza, compaixão e renúncia. Toda a gama de emoções pode ser encontrada neste conto de orgulho e transformação.

Shiva era casado com sua amada Sati e vivia na cidade do Prazer, Bhoga que ele havia criado. O pai de Sati,  Daksha,  nunca tinha aprovado o casamento de sua filha. Para Daksha, Shiva era um eremita pouco ortodoxo, que frequentava locais de cremação. Nenhum yogi com o cabelo longo e emaranhado, que consumia intoxicantes, cantava e dançava sempre que lhe dava vontade , era um marido digno para sua filha. Daksa o Prajapati (o criador mundano), foi o alicerce da civilização, ele prosperou em regras e regulamentos. Shiva era a sua antítese.

Seu pai Daksa, pouco depois que Sati havia deixado sua confortável casa, organizou uma grande festa, um ritual de sacrifício . Ele convidou todos os membros do universo celestial menos Shiva e Sati. Sati ficou sabendo disso e sugeriu a Shiva ir de qualquer maneira. Shiva disse: “Por que ir, não fomos convidados? Eu não desejo incitar a ira de seu pai mais do que já existe.” Sati estava ferida pela recusa de seu pai a reconhecer seu casamento e seu marido; ela decidiu ir sozinha para a festa.

Quando ela chegou, seu pai perguntou por que ela estava lá, como ela não foi convidada. E disse:

“Talvez você tenha vindo a seus sentidos e largou aquele animal selvagem do seu marido , não é ele também chamado de Senhor das Bestas?”

Todos os convidados presentes riram. Sati defendeu seu marido falou:

“Ele é único com a natureza e não procura controlar animais, excluindo suas vontades. A sociedade é artificial e explora a natureza.”

Este diálogo entre pai e filha distraiu os convidados. Sati ficou muito triste e humilhada com esta discussão pública com seu pai. Quando seu pai tentou ameaçá-la de novo ela permaneceu em silêncio, deixando de lado todo o desejo de continuar a discutir e defender o marido. Ela estremeceu de desgosto e indignação por ter sido tão cruelmente desiludida por o único homem foi sempre capaz de confiar. Então ela fez uma determinação interna para abdicar de todos os laços familiares. Ela convocou sua força e falou este voto a seu pai: “Já que você me deu este corpo que eu não quero mais ser associada a ele.” Ela passou por seu pai e se sentou em um assento de meditação no chão. Fechando os olhos, imaginando o seu verdadeiro Senhor, Sati caiu em um transe místico. Foi fundo dentro de si mesma, ela começou a aumentar seu próprio fogo interior através de exercícios de Yoga até que seu corpo explodiu em chamas.

Quando a notícia da morte de Sati chegou a Shiva, ele ficou chocado e entristecido e em seguida enfurecido. Ele foi para o lugar mais profundo e tenebroso que pode encontrar. Ele arrancou seu cabelo e formou a partir deste cabelo o mais feroz dos guerreiros, Shiva nomeou este guerreiro, Virabhadra. Vira (herói) + Bhadra (amigo). Ele comandou Virabhadra para ir para o yagna e destruir Daksha e todos os hóspedes. Virabhradra chegou à festa, com a espada em ambas as mãos, empurrando seu caminho através da terra do subsolo; este é o primeiro aspecto (Virabhadrasana I.) Estabelecendo sua chegada para que todos pudessem ver ele, em seguida, acabou com seu oponente, Daksha, (Virabradhasana II.) Movendo-se com rapidez e precisão, ele pega sua espada e corta a cabeça de Daksha, (Virabadrasana III.)

Shiva chega na casa de Daksha para ver o dano que Virabhadra tinha feito. Após esta ação vingativa, Shiva absorve Virabhadra de volta em sua própria forma e, em seguida, Shiva se torna conhecido como Hare, o violento. Sua raiva se foi, mas ele estáva cheio de tristeza. Esta tristeza se transformou em compaixão quando ele vê as consequências do trabalho sangrento de Virabhradra. Shiva encontra o corpo decapitado de Daksha e dando-lhe a cabeça de uma cabra, traz Daksha de volta à vida. Oprimido por este gesto generoso Daksha chama Shiva, Shankar, o tipo e um benevolente. Com o orgulho de Daksha colocado em xeque ele se curva em reverência e humildade para Shiva Shankar. Os outros deuses e deusas seguem sua liderança e honram Shiva.

O fato ainda permanecia; Sati estava morta. Shiva se afastou do local da festa, levando o corpo sem vida de sua amada esposa, andando para onde ele não sabia. Mas uma coisa ele tinha certeza; ele iria encontrar o lugar mais isolado possível e voltar a ser o recluso ascética.

O significado esotérico desta história –

Shiva é o Eu Superior, que mata o ego arrogante, (Daksha), por uma questão de coração, (Sati). Através de meios de compaixão infinita, o Eu superior perdoa o ego, mas nunca a menos retirando-se para um lugar isolado com apenas a natureza essencial do coração . Esta natureza essencial do coração é o poder do amor que será trazido à vida novamente, de outra forma, mas isso é uma história diferente, o melhor salvo para outra altura.